I Festival Literário de Bananeiras foi além do esperado e marca a história e memória dos Bananeirenses

Idealizado por Douglas Lucena e concretizado pelas mãos de uma equipe disposta a fazer Bananeiras crescer ainda mais, o Festival nasceu com a proposta de trazer conhecimento, debates, cultura e incentivar a leitura no município. Mas o #FLIBANANEIRAS conseguiu ir muito além do que foi previsto.

Um Festival que apesar dos grandes nomes nacionais que o compôs, homenageia uma contadora de histórias local, Dona Terezinha de Goiamunduba, mostrando que o “Sou eu” pode e deve ser motivo de aplausos.

Um evento que mostrou a potencialidade das crianças, quando realizam uma exposição contando a história da cidade; que lança a escrita dos filhos e filhas de sua terra, e que não só as expõe , mas ensina como a escrita pode virar livro, promovendo um encontro de editoras.

A cidade que em meio aos livros, a escrita e as flores, uniu a população à literatura, transformou os pontos da cidade em verdadeiros centros de artes, os unindo pelos livros e pela busca ao conhecimento. O Festival Literário foi muito além de um Festival. Foi um passo de resistência, de quem pensa em uma Bananeiras conhecedora não só de sua história, mas de sua potencialidade de ir ainda mais longe

As sementes foram plantadas. Sementes de conhecimento, de capacidade. Bananeiras que já tem fama por sua história, (re) escreve uma nova página dela, marcando as melhores memórias de sua gente.

Bananeiras mostrou durante essa semana que sonha alto, e que realiza os seus sonhos. Uma cidade que está à frente, que tem compromisso com a educação e com o Bananeirense. Como afirmou Jorge Caldeira “o Festival de Bananeiras, tem tudo para ser uma série que terá vida longa”. E que venha a próxima edição, #FliBananeiras2020.

Ascom – PMB

 

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